segunda-feira, abril 13, 2009

Este é o poema que eu fiz pra você

E se for invisível
Uma pedra antes do embora
De uma conclusão precipitada
Beirando o precipício
Num princípio de loucura
De palavras que valem
Tão mais que uma imagem
Que sem poder viram
O querer tardio do
Luar aquele que testemunha
As histórias que você
Anda contando que
Estão fora das cartas
De romance
E do tarô do vidente que
Perdurou pelo amor
Como uma centelha
Do telhado que de vidro
Era e se quebrou
E se trocou por esse
Encaixe cheio de detalhes
Imensos em contrastes
Equilibrados diante do rastro
De rosas aceitas
De rosas desfeitas
Que não me permito hoje
Pois as forjei ontem
Conforme esse trem apitava
Enquanto não levava mais ninguém
Senão a liberdade que agora vai
E a saudade que de repente vem
A outrem sem maiores poréns.

2 comentários:

Paulo Tamburro disse...

"Pois as forjei ontem
Conforme esse trem apitava
Enquanto não levava mais ninguém
Senão a liberdade que agora vai
E a saudade que de repente vem
A outrem sem maiores poréns."

Isto Mars, continua humilhando em VERSO E PROSA.

Que orgulho de ser carioca, como você...Não vou mudar esta frase: que orgulho de ser carioca igual a você (assim ficou melhor,a outra estava muito canibal, rsrs!), pois esse pessoal pensa que a gente só vive na praia. Também, né!

Olha, você é DEZ, nota DEZ.Uma abração , minha amiga!!!

Tiago disse...

nhá... eu vou no trem apitando, mas eu sempre volto!! até pq vc faz parte da minha vida!! love ya baby!!