terça-feira, julho 29, 2008

Ventos e Vultos

Em boa hora como eras...

Perdemos revoltas hereditárias,
Vencemos vitórias abalizadas.

Fugimos de tuas idas e vindas,
Pois quem foge covarde é.
Mas qual a fuga, se em todas,
essas;

Voltei às mesmas que tentei agora.

Testemunho como tal:
Coragem em desempate com covardia.
Para fugir, o caminho foi preciso!
Tropeçamos em pés detidos
Duvidosos em qual conduta seguir.

Árvores!

Um comentário:

Ancalimon disse...

Durante uma tempestade de neve, um o monge observou que os carvalhos, com toda a sua robustez e imponência, eram arrancados pela raiz, brutalmente, por uma mão invisível e devastadora. Por outro lado, com toda a sua fragilidade e elegância, os salgueiros resistiam vergando-se ao sabor do vento, passando pela tempestade como que intocados.