domingo, setembro 13, 2009

Esperança Eslava

Uma amizade sem linha cruzada
Paralela ao que me fantasia
Pela dignidade de cada poesia
Gratificante e intimidante
Ser a peça de um espectador
Que segue o ritmo mais que íntimo
Da quase telepatia empática
De nos adivinharmos esbarrando-nos
Num desvio estreito curioso
A tirar finos pela conjectura pretensiosa
Preciosa ansiosa de contato

O tempo corre mais rápido
Do que posso acelerar
Então dobre no retorno
Volátil a cortina se fechar
Esperar perde ação com definidos
Mudar pede reação de indecisos
Afinal paralelas só se cruzam no infinito
E não devo me demorar

2 comentários:

Don disse...

só se cruzam no infinito =]

Nádia disse...

A Esperança é colorida também?
Bom ler o que escreve...bom sentir o que embeleza o personagem. Bj pra vc